HORA CERTA

domingo, 13 de setembro de 2015

Política de Lagoa Grande: Será por que o Ver. Rafael Amaral perdeu seu programa de rádio?


Resultado de imagem para vereador rafael amaral lagoa grande do maranhao


O vereador Rafael Amaral fazia um programa de rádio o mesmo era vinculado na Rádio Cidade - FM, segundo informações o vereador perdeu  "foi cortado" e não vai mais fazer o programa na rádio.
Até o momento ninguém sabe o motivo do "corte" do programa do vereador.
O mesmo é um dos pré candidatos a prefeito da cidade, também pode ser devido isso. Afinal o que aconteceu de fato????

10 comentários:

  1. Pra que postar se VC bota só o q quer.

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  2. é verdade ESSA históRIA DE MAURA JORGE SER pREFEITA DAKI E RAFAEL amaral O VICE ? axo q mulher importante igual ela aceita isso nunka

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  3. maura n pode ser candidata na lg nessa eleição pois ela tem mandato no lp e alei hoje n permite mais isso. rafael ta é com alucinações, parece que vai é elouquecer

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    1. que lei é essa tua?quais país? Pq Brasil não é. Maura jorge pode ser candidata na Lagoa Grande ou qualquer outro município, só não Lago da pedra. VAI PROCURAR te informar rapaz

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    2. STF impede terceiro mandato consecutivo de prefeito em municípios distintos
      Durante a sessão plenária desta quarta-feira (1º), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, por maioria dos votos, entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no sentido de que se torna inelegível para o cargo de prefeito cidadão que já exerceu dois mandatos consecutivos na chefia de executivo municipal, mesmo que pleiteie candidatura em município diferente. Os ministros reconheceram que essa questão constitucional tem repercussão geral.
      A questão foi analisada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE 637485) interposto por Vicente de Paula de Souza Guedes contra acórdão do TSE que confirmou decisão de cassar o diploma dos candidatos eleitos para os cargos de prefeito e vice-prefeita do município de Valença (RJ), no pleito de 2008. Por decisão majoritária, os ministros deram provimento ao recurso, ao entender que TSE poderia ter modificado antiga jurisprudência sobre a matéria, mas, para isso, deveria modular os efeitos da decisão, por motivo de segurança jurídica.

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    3. O exame do RE promoveu discussão sobre a possibilidade de prefeito reeleito para um determinado município transferir seu domicílio eleitoral e concorrer ao cargo de prefeito em município diverso e, assim, caracterizar o exercício de um terceiro mandato, situação na qual poderia ser aplicada inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 5º, da Constituição Federal. Tal hipótese foi chamada pela jurisprudência do TSE de “prefeito itinerante” ou “prefeito profissional”.
      Vicente exerceu cargo de prefeito do município de Rio das Flores (RJ) por dois mandados consecutivos (2000-2004 e 2004-2008) e, posteriormente, candidatou-se e elegeu-se, no pleito de 2008, prefeito de Valença (RJ), o que motivou a proposição de recurso pela coligação adversária contra expedição de diploma eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou provimento ao recurso. Porém, o TSE, ao analisar a matéria em recurso especial, cassou o diploma do candidato eleito e de sua vice.

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    4. No RE interposto ao Supremo, os advogados do recorrente sustentam que o acórdão questionado violou a norma do artigo 14, parágrafos 5º e 6º, e do artigo 5º, caput, da Constituição Federal. Alegam que o acórdão contestado não fez a necessária distinção entre reeleição de mesmo cargo com reeleição para cargo de mesma natureza e que “a surpreendente alteração de jurisprudência ocorrida depois da eleição realizada afeta, de forma evidente, o princípio da segurança jurídica, porquanto frustra a possibilidade de o indivíduo ter previsão das consequências do ato a ser praticado”.
      Segundo a defesa do prefeito, a proibição para o exercício de mais de dois mandatos consecutivos decorre do princípio democrático da alternância de poder, a fim de evitar a perpetuação de mesmo grupo político à frente da administração de determinada localidade. Porém, argumenta que novo mandato em município diverso ao anterior não encontra óbice no conceito de reeleição.

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    5. Mudança de jurisprudência
      Anteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral entendia que o prefeito reeleito em determinado município podia candidatar-se ao mesmo cargo em outro município, observados os prazos de desincompatibilização, domicílio eleitoral e filiação partidária. Nas eleições de 2008, entretanto, o TSE alterou sua orientação ao julgar o Recurso Especial Eleitoral (Respe) 32507, em que se firmou o entendimento de que o artigo 14, parágrafo 5º, da CF veda a perpetuação no cargo, não sendo possível o exercício de um terceiro mandato subsequente, ainda que em município diverso.

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  4. Fonte : quem tá colocando pra FERRAR com o prefeito da Lagoa Grande é o prefeito Osmar Fonseca e seu filho Olavo Fonseca. Ambos usaram sua força política e algum investimento extra para rodar a matéria do MATADOURO que foi feita na Lagoa Grande pela Mirante para todo o estado. A matéria falava do PÉSSIMO estado que se encontra o matadouro da Lagoa Grande, fazendo a população correr sério risco de saúde. O motivo do investimento de Osmar e seu filho Olavo contra o dr. Jorge prefeito da Lagoa Grande se deve a futura candidatura de Olavo Fonseca para Prefeitura da Lagoa Grande em 2016. E que dr. Jorge fico avisado, VEM CHUMBO GROSSO AINDA POR AÍ, Olavo não brinca ..............!!

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  5. TODO MUNDO Ja SABE PQ A ESTÓRIA VAZOU NO BLOG DO CARLINHOS DE POÇÃO DE PEDRAS . RRRafael quer q maura jorge seje candidata e ele o vice pq sabe q ela tem muito dinheiro e tá c aprovação lá em cima em pesquisa, mais so q ela n aceitou claro kkkkkkkkkkkkk fim de mundo como esse aqui kk

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