HORA CERTA

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Declaração de Rui Falcão não muda nada; PT já optou por Flávio Dino

Marrapá
Conforme antecipado pelo blog na tarde desta segunda (14), o oligarca José Sarney (PMDB) tanto fez que conseguiu arrancar uma declaração favorável do presidente do PT, Rui Falcão, o único a se posicionar contra o apoio do partido a Flávio Dino (PCdoB) em 2014.
Dilma e Lula já decidiram por apoio a Flávio Dino.
Dilma e Lula já decidiram por apoio a Flávio Dino.
Em entrevista ao jornalista Diego Emir, Rui Falcão classificou a informação divulgada pelo “O Estado de São Paulo” como “plantada e mentirosa”. No perfil do Twitter do Blog do Planalto, o porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, também se posicionou, classificando a matéria como mera “especulação”.
De acordo com interlocutores do Marrapá em Brasília, o senador José Sarney disparou inúmeros telefonemas na manhã de hoje, direcionados principalmente ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e a Rui Falcão. A presidente Dilma Rousseff (PT) também foi importunada pelo velho oligarca, porém, ciente das queixas dele, optou por não atendê-lo.
Em conversa conturbada com Lula, Sarney ameaçou retirar a bancada no Congresso e o apoio do PMDB à reeleição da Dilma. Lembrou também de tudo o que fez pelo seu “irmão de alma”, resgatando os momentos mais agudos da crise do mensalão em 2005. “A dívida ainda não está paga”, teria dito o senador do Amapá.
Na última quinta-feira, Lula e Dilma se reuniram com o ministro Aloizio Mercadante, o marqueteiro João Santana, o ex-ministro Franklin Martins e Rui Falcão no Palácio do Planalto, onde ficou acertado que chegou a hora do Governo Federal se empenhar pela eleição de Flávio Dino.
Segundo o noticiado por jornalistas nacionais do Estadão e da Veja, o grupo que coordena a campanha pela reeleição de Dilma concordou que o apoio a Dino, pré-candidato que aparece acima dos 50% na preferência do eleitorado maranhense, é mais do que suficiente para garantir um palanque forte para a presidente em todo Maranhão. A decisão foi avalizada tanto por Lula quanto por Dilma e tem um caráter irreversível.

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