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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Condenado pelo Justiça Federal, ex-prefeito de Coroatá trabalha pela eleição da primeira dama de Santo Antonio dos Lopes.


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Atual7
Na busca por uma das 42 vagas de deputado estadual do Maranhão em 2014, pelo menos dois nomes que foram acusados recentemente de desviar dinheiro dos cofres públicos resolveram se unir politicamente e somar forças financeiras.
De acordo com os principais blogs das cidades de Coroatá e de Santo Antonio dos Lopes, oficialmente desde o último sábado (5), o ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar (PT), inelegível, trabalha por uma cadeira no Legislativo estadual para a primeira-dama de Santo Antonio dos Lopes, Ana de Nazaré Pereira Silva, a ‘Dama do Gás.

Esposa do prefeito Eunélio Macêdo Mendonça, a ‘Dama do Gás’ foi acusada pelo Ministério Público do Maranhão, na metade de agosto, de ter utilizado parte dos recursos dos cofres da prefeitura de Santo Antonio dos Lopes para promoção pessoal.
Segundo a Promotoria de Justiça da 48ª Zona Eleitoral, pela forma disfarçada de se promover desviando dinheiro direcionado ao município para seu projeto eleitoral, caso seja condenada, Ana Mendonça terá de pagar multa de R$ 25 mil ou o equivalente ao custo da propaganda irregular, prevalecendo o maior.
Organizador de um ato político no município que já administrou, Luis da Amovelar utilizou o cargo para ir mais longe.
Um mês antes do MP/MA acionar Ana Mendonça por propaganda eleitoral antecipada, o ex-prefeito de Coroatá foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação do município.
No julgamento da ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal, a juíza Liviane Kelly Soares Vasconcelos condenou o ex-prefeito a devolver aos cofres municipais o valor de R$ 1.223.174,12 com as devidas correções monetárias, e suspendeu seus direitos políticos por oito anos, tornando-o inelegível.
O principal cabo eleitoral de Ana Mendonça – depois de seu esposo – também foi condenado ao pagamento de multa equivalente a 20 vezes o valor da maior remuneração percebida durante seu mandato, além de proibi-lo de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de cinco anos.

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